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domingo, 28 de setembro de 2008

Professor: cuidados com a voz.

Dicas para o professor cuidar da voz - pois as cordas vocais é um dos principais instrumentos de trabalho do professor.

28/09/2008 - 08h49
Professores usam a voz de maneira inadequada;
ouça fonoaudióloga da Folha Online

Nas escolas e universidades, professores ministram aulas para uma grande quantidade de alunos. Com o intuito de ser compreendido por todos, os educadores falam em um tom bem mais alto e sacrificam sua garganta.

A fonoaudióloga Leslie Picolotto Ferreira, professora da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica) e especialista em saúde vocal de professores, diz que nas classes existem ruídos internos e externos. Na tentativa de encobrir o barulho, o professor não percebe que está gritando.

A especialista explica que radialistas, locutores, cantores, atores e professores são denominados "profissionais da voz". Esses últimos, são os que menos conhecem os cuidados que se deve ter com o aparelho vocal.

A fonoaudióloga alerta que os profissionais do ensino devem lutar para que uma
disciplina que ensine como cuidar da voz faça parte dos cursos de licenciatura.
"Nos cursos de locução e de teatro sempre tem alguma disciplina que ensina como
falar melhor e como cuidar da voz. O professor, na maioria das vezes, é colocado
à frente de uma classe sem nenhuma noção do que deve fazer para cuidar de sua
voz", declara.

Segundo ela, o uso inadequado da voz pode ocasionar rouquidão, perda ou falha da voz, problemas de respiração e até calos nas cordas vocais.

A especialista diz que dormir bem, se alimentar corretamente, fazer atividade física e ingerir bastante água contribuem para o bom funcionamento vocal, que está relacionado às boas condições de saúde.

Algumas pessoas acreditam que o uso de microfone durante as aulas auxiliaria os professores. Ferreira, contudo, é contrária à idéia. "Quando o microfone é utilizado por uma pessoa que não sabe usá-lo, ou em um contexto onde há muito ruído, em vez de ajudar, vai acabar atrapalhando", declara.

Leia a notícia em : http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u448882.shtml

sábado, 27 de setembro de 2008

Violência nas escolas.

No Estado do Rio de Janeiro, e pelo que é visto no noticiário, em várias partes do Brasil, pode-se perceber o caos e a inversão de valores que estão ocorrendo em sala de aula. Não é raro o jornal noticiar casos de violência contra professores.

Não vejo isso como uma falência das instituições educainonais em particular. A falência parece ser de toda a sociedade. A família não consegue mais orientar seus filhos porque ela mesma já não se enquadra mais nos antigos modelos, e ainda não há modelo novo que tenha dado certo. Em prol da liberdade e da não invasão de privacidade, os pais não sabem mais onde e nem com quem seus filhos estão andando. Respeito não é mais prioridade na educação primaria que é dada pela família. Filhos são ensinados a serem "espertos", a não respeitar ninguém, pois aceitar qualquer tipo de autoridade é considerado como fraqueza em nossa sociedade de valores invertidos.

Os alunos já vão para a escola com a "missão" de desafiar qualquer hierarquia, ou qualquer ordem estabelecida. Obviamente existem exceções, e essas encontram dificuldades em se enturmar e socializar no meio onde o "normal" é ser hostil.

Não sei qual a solução para isso, mas sei qual a atitude que não dá certo;
"passar a mão na cabeça", como pregam os pedagogos de gabinete, ou a política da "aprovação automática", não funciona.

Teremos em alguns anos, pessoas portadoras do diploma do Esino Médio analfabetos, pois já temos casos de professores que são pressionados, não só pelos alunos agressivos, como pela própria direção da escola,a aprovar o aluno, tenha ele aprendio a matéria ou não.

Se não há nenhuma atitude que possa ser tomada pelo poder público, essa violência, tanto nas escolas, como na sociedade como um todo, só tende a aumentar.

Comente! Deixe sua opinião sobre o assunto.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Instituto de Educação - Notícia

Instituto de Educação de volta!

"Rio - O Instituto de Educação do Estado do Rio de Janeiro, criado por Dom Pedro II e reverenciado na minissérie de TV “Anos Dourados”, está passando por um período de incertezas que nos deixa muito preocupados quanto ao seu destino. São 128 anos de tradição ligados à história da formação de educadores brasileiros, que não podem ficar só na lembrança.

A transferência do Instituto, em 1997, do âmbito da Secretaria de Educação para a Faetec (ensino técnico), vinculada à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia, foi o principal passo para transformá-lo em uma Torre de Babel. A partir daí, o reconhecido centro de formação de professores passou a ter sua trajetória de tantas glórias desvirtuada. A Faetec não conseguiu nem sequer oferecer os certificados dos alunos matriculados no curso normal superior.

Neste momento, em que a Secretaria de Ciência e Tecnologia estabelece como política a transferência para a Uerj e a Uenf dos cursos superiores de educação — entre eles o ministrado no Instituto —, surge uma ótima oportunidade para que o governador venha a recompor parte da esvaziada educação fluminense. E a grande decisão é: o Instituto de Educação tem que voltar para a pasta da qual nunca deveria ter saído, que é a Secretaria de Estado de Educação.

Devolver o Instituto à Secretaria de Educação é recuperar seu papel como um dos principais equipamentos públicos da história da educação brasileira. Por que não transformá-lo em um centro de referência para formar educadores – não somente os professores pertencentes à rede estadual, mas os das 92 redes municipais do estado? Assim, o governador poderia comprovar que a educação é realmente uma das prioridades da sua administração."
Fonte: Jornal o  Dia http://odia.terra.com.br/opiniao/htm/comte_bittencourt_instituto_de_educacao_201925.asp

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Convocação de professores no Estado do Rio de Janeiro

Saiu no D.O do RJ, hoje (22-09-08), nova convocação para professores, concursos 2004 e 2007.

Link do Diário oficial do RJ : http://www.alerj.rj.gov.br/diario-of.htm

Escolha a opção: Poder Executivo, e visualize as chamadas a partir da página 21.
É necessário ter o Adobe Reader para visualizar a lista. Ele pode ser encontrado em: http://www.adobe.com/br/products/acrobat/readstep2.html

domingo, 21 de setembro de 2008

A virgula e seus usos.

A vírgula e seus usos - Recebido por e-mail e compartilhando com vocês.

Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).

1. Vírgula pode ser uma pausa… ou não.
Não, espere.
Não espere.

2. Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4
2,34

3. Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

4. Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

5. E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

6. Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

7. A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

- Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.- Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Classe de palavras, Morfologia, Gramática

As palavras em Língua Portuguesa são classificadas de acordo com o papel que exercem dentro da frase.

São dez as classes de palavras em português, e cada uma delas tem função específica na frase.

- Substantivo.
- Adjetivos.
- Artigo.
- Verbo.
- Advérbio.
- Pronome.
- Numeral.
- Conjunção.
- Preposição.
- Interjeição.

domingo, 7 de setembro de 2008

Texto descritivo.

Descrever  é  desenhar/pintar/fotografar  com  palavras.

Segundo Othon M. Garcia (1973), "Descrição é a representação verbal de um objecto sensível (ser, coisa, paisagem), através da indicação dos seus aspectos mais característicos, dos pormenores que o individualizam, que o distinguem."

Pode-se afirmar que Texto Descritivo é aquele que leva o leitor, ou o ouvinte a “visualizar” o que está sendo dito, e como em uma foto, não há movimento no texto descritivo, pois o objetivo é capturar uma “imagem” como ela está no momento da descrição. Uma boa forma de fazer a criança entender é exemplificar para ela o texto descritivo verbal (falado ou escrito)e o texto descritivo não verbal(fotos, pinturas, desenhos), explicando que um pode complementar o outro. Por exemplo, a foto de um cachorrinho desaparecido ao lado do texto informando suas características.

Texto descritivo é , então, desenhar, pintar, usando palavras em vez de tintas. Um bom exercício para levar a criança a vivenciar o texto descritivo e pedir que ela olhe em volta e escreva ou fale o que está vendo, descrever objetos como, sua mochila, estojo, etc. Ou que ela conte como é o coleguinha ao lado,(nessa é bom ter cuidado, pois elas costumam achar defeitos horrorosos).

Algumas das características que marcam o texto descritivo são:

•presença de substantivo, que identifica o que está sendo descrito.
•adjetivos e locuções adjetivas.

•presença de verbos de ligação.

•há predominância do predicado verbal, devido aos verbos de ligação e aos adjetivos.

•emprego de metáforas e comparações, para auxiliar na “visualização” das características que se deseja descrever.

Essa é a explicação básica e resumida de “como ensinar texto descritivo para crianças”. Lembrando que ao descrever seres vivos, as características psicológicas e comportamentais, também fazem parte da descrição.

Exemplo de texto descritivo:
"A árvore é grande, com tronco grosso e galhos longos. É cheia de cores, pois tem o marrom, o verde, o vermelho das flores e até um ninho de passarinhos".

Sei que a pessoa que escreveu isso no motor de busca,certamente já encontrou sua resposta. Mas a explicação pode servir a outras pessoas.Caso você deseje perguntar alguma coisa, deixe na área do comentário e eu reponderei por lá mesmo.

sábado, 6 de setembro de 2008

Tipos de discurso:direto, indireto e indireto livre.

Toda fala, seja ela oral ou escrita é um discurso e é emitida por um locutor, ou "dono da voz". Muitas vezes esse locutor permite outras vozes em seu discurso. 








Vozes do discurso.


Quando lemos um texto, há um narrador, que é quem conta o fato. Esse locutor ou narrador pode introduzir outras vozes no texto para auxiliar a narrativa.

Para fazer a introdução dessas outras vozes no texto, a voz principal ou privilegiada, o narrador, usa o que chamamos de discurso. O que vem a ser discurso dentro do texto? Discurso é a forma como as falas são inseridas na narrativa.

O discurso pode ser classificado em: direto, indireto e indireto livre.
Discurso direto: reproduz fiel e literalmente algo dito por alguém. Um bom exemplo de discurso direto são as citações ou transcrições exatas da declaração de alguém.

Primeira pessoa (eu, nós) – é o narrador quem fala, usando aspas ou travessões para demarcar que está reproduzindo a fala de outra pessoa.

Exemplo de discurso direto: “Não gosto disso” – disse a menina em tom zangado.

Discurso indireto: o narrador, usando suas próprias palavras, conta o que foi dito por outra pessoa. Temos então uma mistura de vozes, pois as falas dos personagens passam pela elaboração da fala do narrador.

Terceira pessoa - ele(s), ela(s) – O narrador só usa sua própria voz, o que foi dito pela personagem passa pela elaboração do narrador. Não há uma pontuação específica que marque o discurso indireto.

Exemplo de discurso indireto: A menina disse em tom zangado, que não gostava daquilo.

Discurso indireto livre: É um discurso misto onde . Há uma maior liberdade, o narrador insere a fala do personagem de forma sutil, sem fazer uso das marcas do discurso direto. È necessário que se tenha atenção para não confundir a fala do narrador com a fala do personagem, pois esta surge de repente em meio a fala do narrador.

Exemplo de discurso indireto livre: A menina perambulava pela sala irritada e zangada. Eu não gosto disso! E parecia que ninguém a ouvia.


O tempo verbal também é fator determinante dos discursos. O discurso indireto estará sempre no passado em relação ao discurso direto.

Discurso direto - tempos verbais
Presente do indicativo: “Não gosto disso” – diz a menina em tom zangado.
Pretérito perfeito do indicativo: “Não gostei disso” – disse a menina em tom zangado.
Futuro do indicativo: “Não gostarei disso” – disse a menina em tom zangado.
Imperativo: - Vista o agasalho, meu filho.

Discurso Indireto – tempos verbais
Pretérito imperfeito do indicativo: A menina afirmou que estava zangada.
Pretérito-mais-que-perfeito do indicativo: A menina afirmara que estava zangada (composto – A menina tinha afirmado que estava zangada)
Futuro do pretérito : A menina disse que estaria zangada.
Pretérito imperfeito do subjuntivo: A mãe recomendou-lhe que vestisse o agasalho.


Frase,oração e período.

Qual a diferença entre uma frase e uma oração?


Frase – Qualquer palavra ou conjunto de palavras que expresse uma idéia, tenha um significado completo e encerre-se com um ponto. Chamada de frase nominal quando não apresenta verbo.






Exemplo: Socorro! (uma palavra)
Que saudade de você! (conjunto de palavras sem verbo)
Preciso conversar com ela. (conjunto de palavras com verbo)

Oração – Verbo ou conjunto de palavras, onde necessária e obrigatoriamente precisa haver um verbo e expressar, como na frase, significado completo, encerrando-se com ponto.

Exemplo: Ajude! (uma só palavra, que é um verbo sozinho e tem significado)
Há necessidade de cooperação entre as pessoas. (conjunto de palavras onde há um verbo)

Observando que uma oração é uma frase verbal, mas a frase nominal não pode ser chamada de oração por não possuir o requisito básico da oração, que é possuir um verbo.

Então, a oração é também é uma frase, mas uma frase, nem sempre pode ser uma oração.

Período – Uma ou mais orações, dispostas ordenadamente com a ajuda de conjunções e preposições, tendo coerência e significação completas, formam o período.

Exemplo: Ajude seu semelhante, pois há necessidade de cooperação entre as pessoas para que haja sucesso.

Observando que , como cada verbo corresponde a uma oração, para saber quantas orações há no período, basta simplesmente que se conte o número de verbos existentes.


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