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sábado, 23 de julho de 2011

Não haverá desconto dos dias em GREVE - contracheque de julho - SEEDUC.

Está no site do SEEDUC e saiu no Jornal O DIA: o governo do RJ diz que não haverá desconto dos dias em GREVE e os professores devem desconsiderar o contracheque saiu dia 23 no site do PRODERJ.

Segundo a informação divulgada no site Oficial da Secretaria de  Educação do RJ - SEEDUC - , os professores, que ao verificarem ontem seus contracheques se depararam com desconto de  todos os dias em GREVE, não precisam se  preocupar, pois esse contracheque foi fechado antes do dia em que saiu a liminar judicial proibindo o desconto e determinando que os professores reponham as  aulas ao término da greve.

Em dois dias há duas notas  de esclarecimento por "mal entendidos" ou sustos que o governo pregou aos professores.

- a primeira sobre o cartão do bônus cultura que ficou bloqueado ou zerado,
- agora sobre os descontos indevidos nos contracheques dos profissionais.

Será que vem mais algum susto por aí?????

O fato é que o governo anda deixando muitos "furos" com os professores da rede estadual, e, consequentemente, com a EDUCAÇÃO do Estado do Rio de Janeiro.

 Quem está na "linha de frente"  da EDUCAÇÃO são os professores. Ao tratar a categoria da  forma que vem tratando, o governo deixa  bem claro a pouca  ou nenhuma importância que dá à educação.

Deviam colocar no site do SEEDUC uma nota de  esclarecimento aos alunos e seus responsáveis, informando que o prejuízo que eles estão tendo com a GREVE, é responsabilidade do governo, pois tratando a educação e os profissionais da área com o descaso que vem tratando, está causando perdas imensuráveis ao futuro desses alunos.

Mesmo com o esclarecimento, ficou faltando informação sobre
- o reajuste da GLP, que continua aparecendo com o valor de  R$516,00, após o governo ter divulgado amplamente nos meios de comunicação que passaria para R$800,00 no mês  de julho.
- o adiatamento da parcela de 2012 do Nova Escola em julho, fato também amplamente  divulgado na mídia pelo governo, e que não está constando no contracheque.
- o adiantamento total  do Nova Escola para  os profissionais de apoio (não tive acesso a informações desse segmento, portanto não sei se  saiu o adiantamento ou não)
- redução do auxílio transporte dos professores, sem  explicação.

Confiram abaixo a reprodução do comunicado da SEEDUC e do Jornal O DIA.

SEEDUC:

Nota de esclarecimento
23/07/2011 - 14:25h - Atualizado em 23/07/2011 - 15:11h

Veja mais informações sobre o contracheque dos servidores da Seeduc

A Secretaria de Estado de Educação esclarece que os contracheques consultados na internet e que aparecem com os dias descontados em função do movimento de greve foram fechados antes da decisão judicial que impediu tal ação. No início de agosto, os servidores receberão seus vencimentos normalmente, sem os descontos. Os contracheques consultados na internet pelos grevistas este mês, portanto, devem ser desconsiderados.

De acordo com a decisão judicial referente ao corte do ponto dos grevistas, os professores que aderiram ao movimento (cerca de 2% dos 51 mil docentes regentes de turma) terão que repor as aulas perdidas. Em caso de não reposição, aí sim, os dias parados serão descontados.
Fonte - Site da SEEDUC.
Jornal O DIA
Jornal O Dia hoje 23/07/11
Professores estaduais levaram um susto ontem à noite ao consultar o contracheque deste mês na Internet: os que participaram da greve tiveram seus dias de paralisação descontados. Também houve redução no valor do auxílio-transporte. Além disso, o reajuste da GLP (hora-extra) também não saiu, conforme prometido pela secretaria.
A pasta esclareceu que não houve ordem de corte dos dias não trabalhados, principalmente por que há uma ordem judicial que impede este procedimento. Segundo a Secretaria Estadual de Educação, a folha deste mês fechou antes de sair a decisão judicial e é por isso que os cortes aparecem nos contracheques consultados na Internet. Todos os servidores receberão o salário normalmente no próximo 2 de agosto. Sobre o novo valor da GLP e o corte ou redução no auxílio-transporte, os problemas serão identificados na próxima segunda-feira.
Para os professores que procuraram a Coluna, isso é uma forma de assustar os docentes e desmobilizar a greve.

Alessandra Horto, Coluna do Servidor, Jornal O Dia, 23 de julho de 2011, p21.
E-mail da Coluna: servidor@odianet.com.br
A conclusão a que se chega é que a educação no Estado do Rio está um caos, e o governo precisa se empenhar em resolver as várias situações resultantes da insatisfação dos professores com a política educacional vigente.

2 Comentários:

Anônimo disse...

Raquel fiz GLP no ano passado entre os meses de outubro a dezembro sem receber nada. Depois de alguns desgastes com o diretor da escola,e idas à Metro responsável consegui o número do meu processo agora em julho, porém não sei qual o telefone do setor responsável. Será que alguém poderia me ajudar?
Obrigada

Anônimo disse...

Amanda Gurgel negando um prêmio pelas suas declarações a respeito da educação brasileira...

José Antonio da Silva

Administrador de Empresas

Especialista em Gestão Pública




Natal, 02 de julho de 2011

Prezado júri do 19º Prêmio PNBE,

Recebi comunicado notificando que este júri decidiu conferir-me o prêmio de
2011 na categoria Educador de Valor, “pela relevante posição a favor da
dignidade humana e o amor a educação”. A premiação é importante
reconhecimento do movimento reivindicativo dos professores, de seu papel
central no processo educativo e na vida de nosso país. A dramática situação
na qual se encontra hoje a escola brasileira tem acarretado uma inédita
desvalorização do trabalho docente. Os salários aviltantes, as péssimas
condições de trabalho, as absurdas exigências por parte das secretarias e do
Ministério da Educação fazem com que seja cada vez maior o número de
professores talentosos que após um curto e angustiante período de exercício
da docência exonera-se em busca de melhores condições de vida e trabalho.

Embora exista desde 1994 esta é a primeira vez que esse prêmio é destinado a
uma professora comprometida com o movimento reivindicativo de sua categoria.
Evidenciando suas prioridades, esse mesmo prêmio foi antes de mim destinado
à Fundação Bradesco, à Fundação Victor Civita (editora Abril), ao Canal
Futura (mantido pela Rede Globo) e a empresários da educação. Em categorias
diferentes também foram agraciadas com ele corporações como Banco Itaú,
Embraer, Natura Cosméticos, McDonald's, Brasil Telecon e Casas Bahia, bem
como a políticos tradicionais como Fernando Henrique Cardoso, Pedro Simon,
Gabriel Chalita e Marina Silva.

A minha luta é muito diferente dessas instituições, empresas e
personalidades. Minha luta é igual a de milhares de professores da rede
pública. É um combate pelo ensino público, gratuito e de qualidade, pela
valorização do trabalho docente e para que 10% do Produto Interno Bruto seja
destinado imediatamente para a educação. Os pressupostos dessa luta são
diametralmente diferentes daqueles que norteiam o PNBE. Entidade empresarial
fundada no final da década de 1980, esta manteve sempre seu compromisso com
a economia de mercado. Assim como o movimento dos professores sou contrária
à mercantilização do ensino e ao modelo empreendedorista defendido pelo
PNBE. A educação não é uma mercadoria, mas um direito inalienável de todo
ser humano. Ela não é uma atividade que possa ser gerenciada por meio de um
modelo empresarial, mas um bem público que deve ser administrado de modo
eficiente e sem perder de vista sua finalidade.

Oponho-me à privatização da educação, às parcerias empresa-escola e às
chamadas “organizações da sociedade civil de interesse público” (Oscips),
utilizadas para desobrigar o Estado de seu dever para com o ensino público.
Defendo que 10% do PIB seja destinado exclusivamente para instituições
educacionais estatais e gratuitas. Não quero que nenhum centavo seja
dirigido para organizações que se autodenominam amigas ou parceiras da
escola, mas que encaram estas apenas como uma oportunidade de marketing ou,
simplesmente, de negócios e desoneração fiscal.

Por essa razão, não posso aceitar esse Prêmio. Aceitá-lo significaria
renunciar a tudo por que tenho lutado desde 2001, quando ingressei em uma
Universidade pública, que era gradativamente privatizada, muito embora
somente dez anos depois, por força da internet, a minha voz tenha sido
ouvida, ecoando a voz de milhões de trabalhadores e estudantes do Brasil
inteiro que hoje compartilham comigo suas angústias históricas. Prefiro,
então, recusá-lo e ficar com meus ideais, ao lado de meus companheiros e
longe dos empresários da educação.

Saudações,

Professora Amanda Gurgel

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