A matéria foi publicada no Jornal Folha Dirigida de 11/01/2011, e disponibilizada para vizualização aberta no site da Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz - http://www.epsjv.fiocruz.br , pois a Folha Dirigida tem acesso restrito a assinantes.
A matéria é encerrada com o seguinte convite, estendido a todos os cidadãos que se interessem por uma EFETIVA melhoria da EDUCAÇÃO no Rio de Janeiro:
"Os milhares de professores que atuam na educação pública brasileira podem ser tudo, menos idiotas. O que se está propondo no Estado do Rio de Janeiro e em muitos outros estados e municípios (entre os quais do Rio de Janeiro que se antecipou ao estado) resulta de opções tecnocratas, apoiadas na ideia de que a educação não é um direito social e subjetivo, mas um serviço, uma mercadoria e, por isso, como a define o Secretário, um "negócio falido" como qualquer outro. Nesse quadro, os docentes são tidos como meros entregadores dos pacotes de conteúdos previamente preparados por economistas, administradores, empresários... que se assumem como "autoridades em educação".A matéria está assinada por Gaudêncio Frigotto, Vânia da Motta, Zacarias Gama e Eveline Algebaile
Professores, pais, responsáveis, jovens e estudantes, unamo-nos às dezenas de entidades que instalaram em dezembro de 2010 o Fórum Estadual em Defesa da Educação Pública no estado do Rio de Janeiro, no dia 23 de fevereiro próximo, na UERJ, para dizer alto e em bom som: não queremos ser idiotizados. Não reconhecemos essas medidas como legítimas, porque ignoram a história de luta da sociedade brasileira de quase um século pelo direito efetivo à educação pública de qualidade."
Avalie o texto na íntegra : Plano de Metas da Educação do Rio de Janeiro: do economicismo ao cinismo
Recomendo a leitura, e também a aceitação do convite, pois sem união, articulação e organização não há melhorias. Esse pode ser um ponto de partida.

Comentários
Por que não se ouve o professor que está na sala de aula convivendo com os problemas diretamente?
Para sobreviver, o profissional de nível superior (Professor) tem que trabalhar em diversos lugares, numa conjuntura "insopesável". Apesar de nossa profissão ter fortes características sacerdotais, as necessidades básicas, o bem estar da família e a dignidade, falam alto. Vivemos num constante conflito entre o extremo amor pela profissão e os ínfimos salários, que nos impõem agruras e vergonha. Os meus parentes e amigos perguntam porque ainda insisto. Volto a dizer: Sacerdócio.
O mau de alguns professores é acreditar que o magistério é sacerdócio.Não é ,não! Magistério é profissão.Sacerdote faz voto de probreza e castidade. Professor tem família e que dar uma vida digna a ela.O que não é possível com 680,00.
Queremos boas condições de trabalho,recursos para dar uma aula criativa ,tempo para pensá-la e planejá-la,alunos interessados ... E é calaro um bom salário!
GRANDE PALHAÇADA!! VCS, POLÍTICOS OMISSOS, NÃO FAZEM NADA PORQUE SEUS FILHOS ESTUDAM EM BOAS ESCOLAS E TÊM TUDO QUE UM CIDADÃO PRECISA PARA TER DIGNIDADE.
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